Relendo as coisas que escrevi (publicadas ou impublicáveis, públicas ou particulares), dou risada do ar de drama que empreguei em algumas passagens. Será que senti tudo aquilo? Sofri tudo aquilo?
Seja como for, olhando para as coisas que escrevi, sinto-me numa Síndrome de Edith Piaf ("Rien de rien. Je Ne Regrette Rien"). Chego até a achar graça de como alguns sentimentos tem a capacidade de serem reinventados, reconstruídos, resignificados.
E é nessa onda de resignificação que deixo, hoje, um verso do Quintana (já publicado por essas bandas) que insiste em se resignificar de modos surpreendentes e inimagináveis:
"O que mata um jardim. Não é mesmo alguma ausência nem o abandono... O que mata um jardim é esse olhar vazio de quem por ele passa indiferente."

Maravilhoso texto, como todos que são publicados por você!!
ResponderExcluirObrigada Zé! Bom mesmo é ler os que vc escreve - quiçá aqueles que um dia aguardo, pacientemente, ter acesso.
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